Páginas

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Donos de casa desesperados.






Miguel Araújo, que faz parte do grupo musical Os azeitonas, num momento de profunda inspiração, criou um Hino para todos os homens, que partilham as tarefas domesticas com as suas adoráveis esposas, as quais nunca estão realmente satisfeitas e, acham sempre que "os maridos das outras são o arquétipo da perfeição, o pináculo da criação".
Ouçam este sublime momento musical, apropriado para todos os homens e mulheres com idades entre os 18 e os 90 anos.
Tenham um bom dia. Há não se esqueçam de apanhar a roupa.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Passeios com lanche




Dando continuidade a sugestão que apresentei ontem, que consistia em fazer uns passeios por locais que nos possibilitam apaziguar as nossas almas alvoraçadas, devido ao turbilhão de acontecimentos que teimam em nos querer roubar a tranquilidade, decidi presentear-vos com uma sugestão de uma bola de carne, que vos acompanhara na lancheira. Podereis assim saboreá-la, quando a fome apertar, no meio do vale, no caminho que leva a serra ou  no miradouro onde não sabemos se comemos ou admiramos a paisagem. Assim apresento a receita que tem pouco de difícil mas de resultado apreciável. 

Bola de carne à moda da minha mãe
Bola de carne

Ingredientes:
1 Kg de farinha Espiga sem fermento
6 Ovos
1 Caneca de leite (almoçadeira)
1 Caneca de óleo (igual a do leite)

1 Caneca de água morna
50 g de fermento de  padeiro
300 g de fiambre aos cubos ou fatiado
200 g de bacon aos cubos ou fatiado
200 g de salpicão aos cubos ou fatiado.
Preparação:
Numa bacia coloque a farinha e adicione a caneca do leite, os ovos e  a caneca do óleo, amasse (sugiro que o faça com as mãos, ou seja meter as mãos a massa, porque também o pode fazer com uma batedeira desde que ela seja robusta, uma vez que a massa fica bastante consistente.) para que a massa fique macia e sem grumos. Por fim adicione o fermento de padeiro já desfeito na caneca de água morna e amasse mais um pouco até que a massa esteja macia. Cubra a bacia com um pano e deixe repousar durante 1 hora, para levedar.
Depois de levedar, há duas alternativas para rechear a bola, ou mistura a carne na massa aos cubos e coloca-a num tabuleiro, previamente barrado, de forma muito ligeira com manteiga, ou então espalha uma camada de massa, coloca as fatias da carne e finaliza com a massa restante. Pode dividir a massa em mais que uma camada. Leve ao forno, pré aquecido, durante cerca de 50 minutos. Pode verificar a cozedura com um palito, para evitar que fique demasiado seca.

Bons passeios e bons momentos.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Saudades de mim!



Igreja de Santa Cruz do Douro
Sentir saudades de um tempo que passou, só pode significar que vive-lo  valeu a pena.
Ao arrumar os meus livros que amo cada um deles sem distinção, recordações da minha infância me assaltaram quando peguei mais uma vez na "Cidade e as serras" de Eça de Queirós e também no "Fanny Owen" de Agustina Bessa Luís.
Só anos mais tarde descobri  que os  caminhos que calcorreei na minha infância, tinham sido perpetuados  nas paginas destes livros. Esses caminhos que vós falo, ficavam bem junto da escola e do adro da igreja onde aprendi o abecedário e os primeiros conceitos aritméticos. O caminho de Jacinto que Eça de Queirós fala no livro e que sobe serpenteando pela encosta do vale, desde a margem direita do rio Douro e que foi trilhado por Jacinto e José Fernandes até à Quinta de Tormes, hoje em dia pode ser percorrido como itinerário  pedestre, uma vez que se encontra convenientemente tratado e limpo de forma a permitir uma visita e um conhecimento, in loco,  sempre importante para quem tenha interesse.
Casa do Lodeiro - Baião
No decorrer do seu percurso, vale a pena ter em atenção a Quinta do Lodeiro, ao fundo do vale, a qual via todos os dias sem lhe atribuir grande importância, sabendo no entanto, anos mais tarde, que a mesma havia sido palco de um acontecimento trágico relacionado com a historia de Fanny  Owen e José Augusto Pinto de Magalhães relatado por Camilo Castelo Branco, na qual também é interveniente. Camilo escreve esta historia, em crónicas de jornal e menciona-a também, de forma breve, no seu livro “O Santo da montanha”. Esta historia deu origem ao livro que atrás referi escrito por Agustina Bessa Luís, tendo proporcionado a  Manuel de Oliveira   a realização de um filme ao qual atribui-o o título de “Francisca”.
Pena é que um local com   interesse cultural esteja ao abandono, quer por parte dos proprietarios quer pelas entidades do município.
De qualquer forma deixo esta sugestão que poderá ser uma leitura interessante, ou então um excelente  passeio primaveril a freguesia de Santa Cruz do Douro no concelho de Baião. Neste contexto terá sempre a enorme vantagem de poder conciliar  a dita visita cultural, a uma inebriante visita gastronómica. Que  mais não seja, esperimentar a ementa queirosiana servida na "Casa do labrador" da Associação Cultural e Recreativa de Santa Cruz do douro, de onde se destaca o arroz de favas.
Desejo a todos boas e entusiasmantes leituras e memoráveis passeios.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O último cais

«O Último Cais é um texto envolvente, sedutor, pela sua aparente simplicidade. Pela sua beleza. Pela sua força, tecida de pequenas fragilidades, de pequenas fragrâncias de pequenas cintilações musicais…»

Um livro encantador com uma excelente história que nos coloca em contacto com uma fabulosa narrativa, que decorre no século XIX e nos envolve a cada pagina, com uma mescla inebriante de um tempo, em que os pequenos gestos e as coisas aparentemente simples, eram apreciadas com um prazer sublime. Um texto que li a alguns anos e que me marcou profundamente.
Uma boa sugestão para quem quer ler um bom livro arejado e fresco.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Pensar nos outros.

Pensar um pouco de certeza evitaria que se cometessem atropelos destes, sistematicamente, por esse país fora. Estas atitudes que quase nunca são justificáveis, denotam um falta de respeito enorme pelos outros. Provocam graves constrangimentos para as pessoas, obrigando-as muitas vezes a correr riscos, que se tivéssemos um comportamento mais cívico eram evitados. Falo concretamente em riscos de atropelamento, que põem em perigo a integridade física das pessoas. Dificultam a normal circulação dos peões, principalmente os que têm deficiências motoras da mais variada ordem e usam diversos tipos de meios de locomoção.
Esta situação que exponho é com o intuito de tentar alertar para a sua perigosidade, mas também para que tenham conhecimento que esta infracção ao Código da Estrada, esta prevista no Artigo 49º e prevê três situações : 1ª - Paragem (ou estacionamento) a menos de 5 metros antes de passagem assinalada para a travessia de peões (ou de velocípedes). Infracção: d) nº 1 artigo 49º. Coima 30€. 2º Paragem (ou estacionamento) na passagem assinalada para a travessia de peões. Infracção: f) nº 1 artigo 49º. Coima 30€. Inibição de conduzir 1/12 meses (Artº 147 nº2). 3ª Paragem (ou estacionamento) na passagem assinalada para a travessia de peões, impedindo a sua passagem. Infracção: f) nº 1 artigo 49º. Coima 60€. Inibição de conduzir 1/12 meses (Artº 147 nº2).

As viaturas estacionadas nas situações 2 e 3 poderão ser removidas.

Uma boa vida para todos e bons e saudáveis estacionamentos.

sábado, 25 de junho de 2011

Bolo de iogurte.

Um bolo que terá sempre o sabor que a gente quiser. É essa a versatilidade deste bolo simples que pode agradar a quase todos. Este é mais um elemento que normalmente acompanha os cestos que são levados para um picnic, ou pode também acompanhar um chá nos dias frios. A sua confecção é simples. Não tem necessariamente que bater as claras a parte, pode simplesmente bater cinco ovos inteiros, um iogurte de aromas ou pedaços, duas medidas da embalagem do iogurte de óleo e três medidas de açúcar. Depois de bater, estes ingredientes, durante algum tempo, adiciona três medidas de farinha e uma colher de chá de fermento. Agora é só colocar a massa numa forma untada com manteiga e, levar ao forno a 180ºC durante cerca de 35 a 40 minutos. Até já e deliciem-se com uma fatia de cada vez.

Vale encantado II

Para descansar desta azafama diária que nos preenche os dias, sugiro uma escapadela até Baião e conhecer os Concelhos limítrofes de Amarante, Resende, Cinfães, Marco de Canaveses e Mesão Frio. Uma região encantadora onde a agitação urbana ainda não chegou e por isso convida ao relaxamento e ao descanso.
Para que o descanso seja pleno sugiro que usufrua de um hotel que se situa Em Santa Cruz do Douro - Baião, de onde sou natural. Uma infraestrutura moderna, muito bem concebida, que lhe permitira o descanso merecido e apreciar os sabores da região.
Nos intervalos das mais variadas propostas que a região lhe propõe, nada melhor que se deixar envolver pelos encantos paisagísticos que o rodeiam e, dar uns mergulhos na piscina para se refrescar nestes dias quentes. Desejo a todos dias encantados.

http://www.douropalace.com/index.php